Publicado em 09/04/2021 às 13h48 – Atualizado em 09/04/2021 às 13h48.
A goianiense Luiza Daichoum Rocha, 18, entrou em contato com a Central de Atendimento do Portal Nacional da Educação (via WhatsApp) para relatar possíveis irregularidades no sistema de segurança dos participantes inscritos no Sistema de Seleção Unificado (SiSU 2021).
‘Eu abri e fechei várias vezes e continuava no nome dessa menina (Era Laura Marques de Paiva) e percebi que o curso que estava como primeira e segunda opção pra ela estavam mudando. Antes era para medicina e quando eu entrei de novo tava para matemática’, relatou a estudante.
Nas redes sociais, os estudantes também estão relatando casos similares:
https://twitter.com/rodarte_marieli/status/1380535851432706048
https://twitter.com/Belagoliveira/status/1380508179944108035
https://twitter.com/camposgabi3/status/1380493648895352832
AJEITEM ESSE SITE LIXO!!! fui atualizar a página do sisu e entrei na conta de um menino, como se eu tivesse logado, tava todos os dados e notas dele, os meus dados pode ter vazado tbm e eu nem sei, e não foi só comigo que aconteceu isso. Uma irresponsabilidade sem tamanho.
— fiscalização last fm (@kathonybee) April 9, 2021
Casos similares:
O site do Sisu, do Ministério da Educação, foi hackeado na noite do dia 30 de janeiro de 2017, diversos estudantes tiveram sua inscrição alterada para cursos escolhidos pelos hackers. Tereza Gayoso, 23 anos, foi uma das inscritas no sistema que foram afetadas pelo ataque cibernético.
Tereza, que tirou nota máxima na redação do Enem e pretendia cursar medicina ficou sabendo no dia 31 de janeiro de 2017, que seu cadastro foi alterado, e ela havia sido inscrita em produção de cachaça, no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, em Salinas. “Eu não consigo acreditar que fizeram essa ruindade comigo”, disse a estudante na época do ocorrido no SiSU 2017/1.
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